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Índice do artigo

O Pe. Rocha Monteiro (tão conhecido pelas suas canções) partilha connosco a sua meditação sobre as leituras deste 4º Domingo do tempo comum.

1. Introdução
Hoje continuamos a leitura do texto de Lucas que deixamos no domingo passado.
Aparece-nos, como primeira leitura, a figura de Jeremias, uma vocação de profeta. Os dois, Jesus e Jeremias, vão anunciar a salvação no meio dos pagãos. Vamos escutar, como segunda leitura, uma das páginas mais belas de S. Paulo: o seu hino à caridade.


2. Jeremias 1,4-5.17-19
2.1 Texto
No tempo de Josias, rei de Judá, a palavra do Senhor foi-me dirigida nestes termos:
«Antes de te formar no ventre materno, Eu te escolhi; antes que saísses do seio de tua mãe, Eu te consagrei e te constituí profeta entre as nações. Cinge os teus rins e levanta-te, para ires dizer tudo o que Eu te ordenar. Não temas diante deles, senão serei Eu que te farei temer a sua presença. (…) Eles combaterão contra ti, mas não poderão vencer-te, porque Eu estou contigo para te salvar».

2.2 Vocação
Eis-nos diante da vocação do profeta Jeremias. Nascido em Anatot, uma aldeia vizinha a Jerusalém, foi chamado para combater os males do seu tempo: a corrupção, as alianças inúteis com outros governantes, a perda da fé. Tudo termina no exílio.
Contudo, não deixemos de examinar a beleza e a ternura expressa por Deus aquando do seu chamamento: “eu te chamei, eu te consagrei e te escolhi profeta”.

3. Salmo 70 (71)
3.1 Salmo de confiança
Jeremias não acredita nas suas forças mas na ajuda de Deus: “Em Vós, Senhor, me refugio… defendei-me e salvai-me… sois Vós, Senhor, a minha esperança… desde o nascimento Vós me sustentais… desde o seio materno sois o meu protetor”.
É a oração dum idoso que sabe que Deus lhe irá conservar a vida. Com a força da oração, Jeremias é fiel à sua missão.

4. 1ª carta aos Coríntios 13, 4-13
4.1 Texto
A caridade é paciente, a caridade é benigna; não é invejosa, não é altiva nem orgulhosa; não é inconveniente, não procura o próprio interesse; não se irrita, não guarda ressentimento; não se alegra com a injustiça, mas alegra-se com a verdade;
tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. (…) Agora permanecem estas três coisas: a fé, a esperança e a caridade; mas a maior de todas é a caridade.

4.2 Hino à caridade
Em domingos anteriores falámos dos dons e carismas que existiam na comunidade de Corinto e seus problemas. Para Paulo não são os dons excecionais que devem guiar a comunidade mas o amor ágape que é generoso, desinteressado, gratuito, que vem de Deus, um grande sonho na vida. S. Paulo colocou este hino como a bela síntese cristã do comportamento humano e que faz parte do epistolário Paulino (1Cor 13). A vida e a fé dum cristão crescem pelo prodígio de um amor que não se rende.

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