Parte 2: ajuda-me por favor

Nada é pior do que convidar alguém para a catequese como um favor a ti.
É claro que a pessoa não vai querer deixar-te mal, se tu a convidas para ser catequista como um favor pessoal.
Mas os teus amigos vão realizar esse serviço como uma obrigação para contigo. Dimensões como o sentido de Igreja, a vocação de catequista vão ficar na sombra. O seu serviço vai ser insatisfatório porque a motivação original está equivocada.

Para mudar

Se tens amigos ou conhecidos que tenham desejo de servir na Igreja como catequistas, já tens uma vantagem no recrutamento: à partida já há uma relação estabelecida com eles. Não tens de começar do zero.

Mas não podes partir da noção que, como tu gostas de ser catequista, todos os teus amigos hão-de gostar de ser catequistas.
Pede a todos os potenciais interessados (independentemente da relação que tenhas com eles) que preencham uma lista de interesses e talentos.
Ajuda-os a clarificar as motivações mais profundas.
Tenta harmonizar as necessidades que tens na catequese com os interesses que há do lado da oferta.
E não te esqueças de encaminhar, com respeito, para outros serviços da paróquia aqueles que desejam empenhar-se mais activamente, mas que não têm vontade/motivação/talento para a catequese.

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